ASP, também conhecido como ASP Clássico hoje em dia, é uma estrutura de bibliotecas básicas (e

não uma linguagem) para processamento de linguagens de script no lado servidor para geração de conteúdo dinâmico na Web. Exemplos de linguagens aceitas são: VBscript, JScript.

Ele roda  nativamente em servidores Windows, através do serviço chamado de IIS  - o servidor web da Microsoft, ou do PWS (Personal Web Server) em ambientes com Windows 98/XP.

O Script é interpretado no lado do servidor e o que é enviado ao lado do usuário (navegador, por exemplo) é apenas a saída que normalmente é umalinguagem de marcaçao como HTML,XHTML ou XML.

Linguagens como o Javascrip e o VBscript  podem ser processadas pelo navegador do visitante. Neste caso, este tem que suportar a linguagem. Contudo, como o ASP é processado pelo servidor, há independência de navegadores, uma vez que eles só processarão HTML

Através dessa tecnologia também é possível executar consultas a Banco de Dados, através da biblioteca de componentes ActiveX.

O uso desta tecnologia vem diminuindo sensivelmente pela maturação da tecnologia .Net, sendo gradativamente substituído pelo ASP.Net que proporciona uma gama maior de recursos e um melhor desempenho.

Joomla é uma ferramenta opensource , um CMS especificamente. Se chegou aqui por acaso considere-se com sorte pois acaba de descobrir uma das ferramentas web mais interessantes do momento. O objetivo deste pequeno artigo é o de fornecer uma visão geral do que vem a ser o Joomla.

joomla logo vert colorAssim como outros CMS, o Joomla ajuda a resolver um problema muito comum, que é o custo de se criar e manter um web site ou web portal razoavelmente complexo, repleto de recursos e conteúdo e que tem que ser mantido por várias pessoas com pouco ou nenhum conhecimento técnico. A forma tradicional de se produzir um website ou web portal é a de se utilizar uma equipe de designers e programadores para construir o site e publicar o conteúdo. Os autores e editores de conteúdo ficam na dependência do pessoal técnico para conseguir publicar seu material no dia a dia. Acrescentar novos recursos envolve bastante tempo e dinheiro. O Joomla e outros CMS foram criados para ajudar a aliviar este problema.

CMS -> Sistema Gerenciador de Conteúdo. Atualmente o emprego mais popular desta sigla se refere especificamente ao gerenciamento de conteúdo web. Um CMS serve para ajudar você a criar um web site ou um web portal de forma rápida e eficiente. Até mais importante, serve para ajudar a publicar e administrar conteúdo web mais facilmente, inclusive por pessoas não técnicas – tudo isso à partir de uma “base” já pronta.

Uma grande parte das funções necessárias para fazer funcionar um website/portal são comuns e previsíveis, tais como login de usuários, criação , edição e publicação de conteúdo, publicação de banners de propaganda, etc. Num CMS esses recursos já estão pré-programados e prontos para ser utilizados. Além disso, o CMS é extensível, através da instalação de módulos e componentes que servem para agregar funcionalidades eventualmente não presentes na instalação básica (por exemplo, uma galeria de imagens ou fórum de discussão). Muitos desses recursos estão disponíveis como componentes para download comercial ou gratuito na internet. Caso o usuário precise de uma funcionalidade e não encontre nenhum componente disponível na internet, ele mesmo pode programar ou contratar alguém para fazer isso, podendo tornar o componente disponível para outros usuários comercialmente ou através de licença GNU/GPL . Como usuário ou desenvolvedor, ele irá passar a integrar a comunidade Joomla.

Então um CMS é um modelo de website já pronto?”
Podemos dizer que um CMS é um framework, “um esqueleto” de website/portal pré-programado, com recursos básicos e de manutenção e administração já prontamente disponíveis. É algo muito mais sofisticado do que um “modelo de website”, pois é um sistema que permite a criação, armazenamento e administração de conteúdo web de forma dinâmica, através de uma interface de usuário via web, não um mero conjunto de páginas HTML estáticas. Obviamente a aparência de um website criado com um CMS é customizável, através da utilização de templates (estes sim “modelos visuais” de website), que podem ser facilmente substituídos.

Como não poderia deixar de ser, a utilização de um CMS apresenta algumas desvantagens. Como em todo framework, trabalhar com um “modelo” pré-concebido implica em aceitar algumas características, restrições ou limitações desse “modelo”. Por exemplo, o CMS Joomla foi escrito em PHP e utiliza o banco de dados MySql, fatos que podem ser problema para alguns usuários (Observação: suporte a outros bancos de dados populares está a caminho em versões futuras do Joomla). A aparência do site, apesar da relativa facilidade da customização, também fica de certa forma limitada pelo sistema de templates do CMS. O mesmo pode ser dito com relação a fatores como usabilidade e acessibilidade.

Por outro lado, os ganhos em produtividade e custo são enormes e, para uma grande parte dos casos, tornam essas limitações preocupações secundárias. A maioria dos CMS populares estão disponíveis na forma de software livre o que praticamente elimina os custos com licença de uso e garantem o acesso ao código-fonte. A presença de comunidades online crescendo em volta desses sistemas faz com que a mão de obra disponível torne-se cada vez mais abundante.

Com certeza existem inúmeras necessidades específicas, padrões corporativos de segurança, investimento em outras tecnologias, operação em larguíssima escala, etc, que podem inviabilizar a adoção de um CMS opensource, mas para uma vasta gama de aplicações e usuários, a relação custo/benefício é bem clara.

Por que o Joomla?
Dentre os vários CMS disponíveis na web, o Joomla, criado em 2005 (a partir de outro CMS popular, o Mambo) está se tornando um dos mais populares, com uma comunidade atuante e crescente. Está fora do escopo deste artigo apresentar argumentos para adoção do Joomla, mas podemos enumerar alguns muito importantes:

  • Joomla é decididamente software livre e não há perspectiva de mudança com relação à isso (isto é, vai continuar disponível gratuitamente)

  • já existem vários módulos e componentes disponíveis, criados à partir da base herdada do Mambo

  • a popularidade do Joomla está crescendo rapidamente, logo, a sua comunidade

  • a equipe por trás do Joomla, composta por membros chave criadores do Mambo, está fortemente comprometida com o projeto e está disposta a modernizar o software continuamente

  • é um dos CMS com mais recursos disponíveis e de fácil utilização

  • foi escrito com PHP e MySql, dois dos softwares opensource mais populares da Internet

Tenho certeza de este CMS é forte candidato para pelo menos alguns de seus projetos.

O que preciso para poder utilizar o Joomla?

Para instalar o Joomla você terá que ler algum tutorial, mas basicamente a instalação é feita através do upload dos arquivos/diretórios do Joomla para o diretório onde pretende hospedar o seu site e da execução de um script PHP (através do seu browser) que vai criar automaticamente as tabelas de banco de dados utilizados pelo sistema. O script irá solicitar o nome de usuário e as senhas de acesso necessárias para acessar o seu host/database. O Joomla foi escrito em PHP e utiliza o banco de dados MySql, portanto o local onde você irá hospedar o seu site deverá ter suporte esses softwares (algo que é muito comum, principalmente para hospedagem em Linux). Após o upload e execução do script, a administração do site é feita através de browser (recomendo o Firefox).

A versão corrente do Joomla pode ser obtida gratuitamente no site www.joomla.org. Você pode participar da comunidade brasileira do Joomla aqui.

Usando o Joomla

Como foi dito, uma das grandes vantagens de um CMS é a possibilidade de usuários não-técnicos poderem contribuir com artigos ou ajudar na manutenção do website/portal diretamente, sem depender de webdesigners e programadores.

O Joomla utiliza diferentes grupos de usuários, com nomes auto-explicativos e nível de permissões crescente:

Acesso ao “frontend” (o website/portal propriamente dito):

  • usuários registrados

  • autores

  • editores

  • publisher

Acesso ao “backend” (a interface web de administração)

  • manager

  • administrator

  • super administrator

Os usuários com acesso ao “frontend” podem criar conteúdo diretamente no próprio site, pois ao se “logarem” o Joomla oferece a opção de criação de conteúdo. Assim, usuários autores podem ser treinados e contribuir com seus artigos diretamente, sem depender de nenhum webdesigner. Usuários editores podem alterar artigos de todos os autores. Usuários com permissão de “publisher” podem liberar os artigos para acesso ao público.

Utilizando o “backend”, que é uma interface web separada do site propriamente dito, os usuários administradores podem criar novas seções, novas categorias, arquivar artigos, instalar novos módulos ou componentes, trocar o template visual do site, etc.

O Joomla elimina totalmente a necessidade de usuários com conhecimento técnico?
A resposta é não. Para fazer a instalação, customização e manutenção do Joomla, algum conhecimento técnico será necessário. Mas a boa notícia é que esse conhecimento é adquirível por qualquer pessoa disposta a estudar o assunto. Em outras palavras, não é necessário entender nem aprender programação. Nem mesmo é necessário conhecer webdesign, pois templates podem ser comprados ou encomendados a alguém (além dos gratuitos).

Mas o mais importante é que para a criação de conteúdo não é necessário conhecimento técnico nenhum, somente algum treinamento na utilização do “frontend”. Assim, finalmente pessoas leigas em webdesign (que serão os autores, editores e publishers do Joomla) podem criar, editar e publicar artigos quando ELES desejarem e sem entender nada de HTML e linguagens de programação. Essa é uma possibilidade, que convenhamos, há muito foi prometida mas que somente agora está começando a ser cumprida graças aos content management systems. E à medida em que esses CMS evoluem e amadurecem, mais fácilmente isso irá acontecer.

Resumindo

Sistemas CMS como o Joomla permitem que um website ou portal razoavelmente complexo seja criado com uma rapidez e baixo custo impossíveis de serem obtidos através do desenvolvimento tradicional, partindo “do zero”. Adicionalmente, permitem que usuários leigos em webdesign possam contribuir com conteúdo diretamente sem precisar de intermediários.

Joomla?

Para terminar uma curiosidade: o nome Joomla vem do equivalente fonético da palavra Swahili “Jumla”, que significa “todos juntos” ou “como um todo”. Provavelmente tem significado semelhante ao famoso “gung ho” da segunda grande guerra.

Fonte: http://www.joomla.com.br/

Versões:
Atualmente a versão estável do Drupal é a 6.12.  Essa versão foi lançada em 13 de Maio de 2009.
Além dessa versão, existem outras versões antigas que podem ser baixadas do site oficial. Essas versões – especialmente as da série 5 – ainda são usadas em muitos sites. A equipe do Drupal ainda dá suporte para as seguintes versões:
● Drupal 6.12
● Drupal 5.18
No entanto não é recomendável que sejam feitas instalações com versões anteriores à 5.18, uma vez que o suporte a essas versões será descontinuado em pouco tempo.
Segundo o próprio Dries (criador do Drupal), não há um roadmap definido para o Drupal, e nunca haverá. Os ciclos de lançamento do Drupal também não são bem definidos, mas variam de 6 a 8 meses, podendo demorar mais de acordo com as melhorias implementadas nesse período.

Em 2000, conexões pdrupalermanentes com a internet eram raras entre os estudantes da Universidade da Antuérpia. Então dois estudantes, Dries Buytaert e Hans Snijder, configuraram uma pequena rede sem fio entre seus quartos, para compartilhar a conexão do modem ADSL de Hans entre oito estudantes. Ao passo que essa situação era um luxo para a época, faltava algo. Não haviam meios de discutir ou compartilhar coisas simples.
Isso inspirou Dries a trabalhar em um pequeno site de notícias com um quadro de avisos, permitindo o grupo de amigos a deixar, uns para os outros, notas sobre o estado da rede, para anunciar onde eles iriam jantar, ou para compartilhar outras coisas sem importância.
O software não teve um nome até o dia em que Dries terminou a graduação. O grupo decidiu então por on-line o site para que eles pudessem manter contato, e compartilhar seus interessantes achados além de narrar pedaços da sua vida pessoal. Enquanto procuravam por um nome, Dries registrou o domínio ‘drop.org’ depois de digitar erroneamente o domínio ‘dorp.org’ na tentativa de verificar se esse domínio estava disponível. Dorp é uma palavra germânica para ‘vila’, considerado um nome apropriado para uma pequena comunidade.Uma vez na Web, o público do drop.org mudou após os membros começarem a conversar sobre novas tecnologias para web como moderação, divulgação de feeds, pontuação para artigos e autenticação distribuída. O Drop.org lentamente se tornou em um ambiente de experimentação pessoal, guiado pela discussão e fluxo de idéias. As discussões sobre essas tecnologias web foram implantadas e testadas no drop.org, como novas adições ao software que rodava no site.
Só depois, em Janeiro de 2001, Dries decidiu lançar o software por trás do drop.org como o “Drupal”. O fator motivador era possibilitar outros usuários a estender a plataforma de experimentação, de forma que mais pessoas pudessem explorar os novos caminhos para o desenvolvimento. O nome Drupal, pronunciado “droo-puhl”, é derivada da forma inglesa da pronúncia da palavra germânica “druppel” que significa “drop”(gota em português).
Assim nasceu o Drupal, o CMS que iremos estudar durante esse curso. Em 2007 foi lançada a versão 5 do Drupal. Essa nova versão foi muito marcante pois introduziu uma nova interface ao Drupal e trouxe uma grande quantidade de melhorias. Uma das mais fantásticas inovações está no módulo de tema, que possibilita agora uma personalização sem precisar editar nenhum arquivo manualmente.
Em fevereiro de 2008 foi lançado o Drupal 6. Essa versão conta com um dos recursos mais pedidos e de suma importância em um sistema de gestão de conteúdo, o suporte a múltiplos idiomas, tanto para interface (já existente antes) como para conteúdo.

A linguagem Java foi projetada tendo em vista as seguintes características:

Orientação   a   Objeto:   o   código   é   organizado   em   classes,   que   podem   estabelecer relacionamentos de herança entre si. Somente é permitido em Java heranças simples. Mas há uma forma de simular heranças múltiplas usando interfaces (“superfície de contato, de tradução,   de   articulação   entre   dois   espaços,   duas   classes,   duas   ordens   de   realidade diferentes” – Pierre Lévy);
Portabilidade:  independência de plataforma,  escreva uma vez,   rode em qualquer   lugar (“write once run anywhere”);
Recursos de Rede: possui extensa biblioteca de rotinas que facilitam a cooperação com protocolos  TCP/IP  (Transmission Control  Protocol   /   Internet  Protocol),   como HTTP (Hyper Text Transfer Protocol) e FTP (File Tranfer Protocol);
Segurança: pode executar programas via rede com restrições de execução;duke_estudando
Bytecode: interpretado, ao invés de compilado.

Em 1991 a Sun Microsystems investiu na criação de uma linguagem simples, eficiente e portável, a princípio com o objetivo de usá-la na produção de software para produtos eletro-eletrônicos de consumo (microondas, agendas eletrônicas, etc.) e eletrodomésticos. A equipe Green Team, um grupo secreto formado por treze pessoas e liderado por James Gosling, trancou-se em um escritório anônimo por dezoito meses, isolado de toda a comunicação com a Sun. O resultado foi uma linguagem de programação não trelada a dispositivos, chamada de Oak. A primeira utilização da linguagem Oak foi em 1992 em um projeto chamado Project Green, que consistia em um palmtop chamado *7 (star seven), onde o usuário poderia controlar os eletro-eletrônicos e eletrodomésticos de uma casa. A interface era totalmente escrita em Oak, e evoluiu para um projeto de interface para redes de televisão pay-per-view. Várias tentativas foram feitas para vender o Oak, mas nenhuma obteve sucesso.
Foi no HTML (Hyper Text Markup Language) dos browsers que o Java obteve maior crescimento e popularização. Esse fato teve início em 1995 quando o Java (até então chamado de Oak) foi adaptado para gerar maior interatividade em páginas WEB, as aplicações poderiam ser executadas dentro dos browsers através dos applets Java. A primeira organização a anunciar que seu próximo browser teria suporte a applets Java foi a Netscape, logo a Microsoft também anunciou o mesmo para o Internet Explorer. Com isto a Sun contabilizou inúmeros downloads de seu JDK (Java Development Kit), e diversas empresas desenvolveram IDE’s (Integrated Development Environment) para criação em Java. A velocidade dos acontecimentos seguintes foram assustadores.
Desde seu lançamento, em maio de 1995, o Java foi adotado mais rapidamente do que qualquer outra linguagem de programação na história da computação. Em 2003 o Java atingiu a marca de quatro milhões de desenvolvedores em todo mundo. O Java continuou crescendo e hoje é uma referência no mercado de desenvolvimento de software. Java tornou-se popular pelo seu uso na internet e hoje possui seu ambiente de execução presente em WEB browsers, mainframes, sistemas operacionais, celulares, palmtops, cartões inteligentes, entre outros.

O Java foi inicialmente idealizado para uso em eletro-eletrônicos e eletrodomésticos, mas foi nas páginas  WEB que o Java ganhou grande popularidade,  e hoje é uma das  linguagens  mais utilizadas no mundo, sendo utilizada em aplicativos, applets para páginas WEB, celulares, cartões inteligentes,   etc.java_logo_21 O  Java   ganhou   grande   popularidade   por   ser   a   primeira   linguagem  livre   de plataforma,   isto é,  o Java pode ser executado em qualquer plataforma que  tenha uma máquina virtual Java implementada. O surgimento do Java foi uma revolução muito grande em se tratando de desenvolvimento do software. Uma linguagem simples, segura e que fosse livre de plataforma, era uma necessidade, e foi com base nisso que o Java se tornou tão popular, e também serviu como referência para criação de outros frameworks, entre eles o Microsoft .NET.

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